Scott Adams was right

03.junho.2009
dilbert2

De volta ao Brasil, e de volta à programação normal.

A propósito, um desafio geek. Refatore o código abaixo:

do {
} while (window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && window[++scan] == window[++match] && scan < strend);

Simples 😛

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Choque cultural

27.maio.2009
Diferenças culturais são bem difíceis de conciliar quando você trabalha em outro país, com outros povos. E sob pressão isso só tende a piorar.

Viajando de novo

18.maio.2009
Estou na prosaica cidade de Santiago de León de Caracas, capital da Republica Bolivariana da Venezuela. Sim, povo aqui é megalomaníaco.

Mais duas semanas sem postar, sem dormir e sem comer direito.

E há quem pense que eu viajo para ficar esquiando por aí.


ActiveScaffold

30.março.2009

Não use.

Simples assim.


Sobre garrafas d’água e janelas quebradas

27.março.2009
Há semanas eu queria publicar isso, mas a correria e a avalanche de viagens atrasou um pouco a coisa por aqui. A boa é que meu plano de milhagens ficou mais gordinho depois do último mês.

No escritório em que trabalho há um frigobar. No frigobar há uma garrafa d’água cuja função (duh) é fornecer água gelada aos funcionários e visitantes. Sem dúvida, nesses tempos de calor excessivo, um copo bem servido de água gelada é muito bem vindo.

O problema é que todo mundo gosta de tomar aquele copão de água refrescante, mas ninguém gosta de encher a garrafa de volta e, aquele que pega essa tarefa, gasta bons minutos enchendo uma garrafa vazia e bebendo água morna.

E o que você tem a ver com o que acontece no escritório?

Pense que a garrafa é um software. Você chegou da rua, com calor e suado e quer água gelada. Você foi jogado num projeto e quer código limpo,claro e que funcione, certo?

Só que, sinto dizer, as chances de você encontrar isso no seu novo projeto é ainda menor do que as chances de encontrar água gelada, e o motivo é bem simples: maioria das pessoas quer simplesmente se livrar do problema, pular para a próxima tarefa, correr logo para casa e/ou mostrar produtividade para a chefia. Poucos percebem que isso vai criando uma bola de neve, ou de fezes, que só cresce, e afoga o próximo que tiver que meter a mão no lodo.

“Não tenho tempo”, “o próximo que se dane” ou simplesmente “não reparei que estava fazendo isso” são as desculpas mais comuns e, infelizmente, tentar convencer essas pessoas do contrário é tão produtivo quanto lavar burro com xampu anticaspa.

Alguém um dia disse que, se quisermos um mundo melhor, temos que começar a limpar nosso próprio quintal. Se eu quero ter sempre água gelada, eu completo o que acabei de beber. Se eu quero um código limpo, eu corrijo, dentro do possível, o código em que estou trabalhando, e faço o possível para deixar código limpo para quem vier depois. E não compensa esperar que as outras pessoas mudem de comportamento, por mais que os cursos por aí preguem o contrário.

Conserte as janelas quebradas, escreva testes, não jogue papel na rua, limpe os pés antes de entrar e, pelo amor da sua divindade preferida, encha a porra da garrafa d’água depois de se servir.

E bom fim de semana.


Pressure

24.fevereiro.2009
Estou com três projetos para entregar, sendo dois até o fim da semana e um para o começo de Março.

Impressionante como, sob pressão, o desejo de voltar a práticar velhos e maus hábitos vem à tona. Estou brigando para continuar fazendo as coisas de um modo limpo. Mudança de cultura nunca é algo fácil.

Depois dos festejos pagãos eu volto. No momento tenho que trabalhar, enquanto meus vizinhos ouvem marchinhas estúpidas de carnaval e enchem os respectivos rabos de cerveja de milho.


питона ou Рубин?

13.fevereiro.2009
Reclamaram a respeito do meu post sobre tradução do NetBeans.

Ok. Pense que você está num escritório no exterior e precisa programar no NB. Aparecem as opções питона e Рубин para você escolher a linguagem de programação.

E agora, José?

Ah, mas você não está programando na Rússia. Ok, pode ser. Mas na empresa onde trabalho não é incomum você utilizar um sistema operacional ou mesmo o Eclipse em francês, por exemplo.

Fica a dica para quem sentir a necessidade.